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MÚSICA DE FUNDO E AUDIÇÃO DE VÍDEOS E AUDIOS PUBLICADOS

NÓS TEMOS TODO O EMPENHO EM MANTER SEMPRE MÚSICA DE FUNDO MUITO SELECIONADA, SUAVE, AGRADÁVEL, MELODIOSA, QUE OUVIDA DIRETAMENTE DO SEU COMPUTADOR QUANDO ABRE UMA POSTAGEM OU OUVIDA ATRAVÉS DE ALTI-FALANTES OU AUSCULTADORES, LHE PROPORCIONA UMA EXPERIÊNCIA MUITO AGRADÁVEL E RELAXANTE QUANDO FAZ A LEITURA DAS NOSSAS PUBLICAÇÕES.

TODAVIA, SEMPRE QUE NAS NOSSAS POSTAGENS ESTIVEREM INCLUÍDOS AUDIOS E VÍDEOS FALADOS E/OU MUSICADOS, RECOMENDAMOS QUE DESLIGUE A MÚSICA AMBIENTE CLICANDO EM CIMA DO BOTÃO DE PARAGEM DA JANELA "MÚSICA - ESPÍRITO DA ARTE", QUE SE ENCONTRA DO LADO DIREITO, LOGO POR BAIXO DA PRIMEIRA CAIXA COM O MAPA DOS PAISES DOS NOSSOS LEITORES AO REDOR DO MUNDO.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Jacinto Rego de Almeida - uma trama repartida entre Portugal e Brasil


A sua vida podia dar um livro, mas Jacinto Rego de Almeida prefere inventar a vida das personagens que povoam os seus livros de ficção. O seu mais recente romance, “A verdadeira história do bandido Maximiliano”, chegou há pouco às livrarias e tem uma trama repartida entre Portugal e o Brasil.

Tal como a vida do autor se tem dividido por essas paragens. Abandonou a Marinha e tornou-se exilado político nos tempos de Salazar, foi conselheiro económico da Embaixada de Portugal no Brasil após o 25 de Abril e hoje vive no remanso da terra natal, Alcanhões, no concelho de Santarém.

O importante para ele, sublinha marcando o território, é o seu novo livro e não a sua vida que, na opinião do jornalista, tem alguns episódios dignos de serem contados. E por isso acaba por falar, sem se alongar muito, da sua fuga da Marinha, do exílio em França e no Brasil, de Alcanhões e de Santarém. Uma conversa com um homem discreto, que gosta de viver sossegado com a esposa tratando da casa, dos terrenos e da vida das personagens que vai inventando para os seus textos de ficção.

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