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Boas Vindas a esta comunidade de Culturas e Afetos Lusofonos que já abraça 76 países

MÚSICA DE FUNDO E AUDIÇÃO DE VÍDEOS E AUDIOS PUBLICADOS

NÓS TEMOS TODO O EMPENHO EM MANTER SEMPRE MÚSICA DE FUNDO MUITO SELECIONADA, SUAVE, AGRADÁVEL, MELODIOSA, QUE OUVIDA DIRETAMENTE DO SEU COMPUTADOR QUANDO ABRE UMA POSTAGEM OU OUVIDA ATRAVÉS DE ALTI-FALANTES OU AUSCULTADORES, LHE PROPORCIONA UMA EXPERIÊNCIA MUITO AGRADÁVEL E RELAXANTE QUANDO FAZ A LEITURA DAS NOSSAS PUBLICAÇÕES.

TODAVIA, SEMPRE QUE NAS NOSSAS POSTAGENS ESTIVEREM INCLUÍDOS AUDIOS E VÍDEOS FALADOS E/OU MUSICADOS, RECOMENDAMOS QUE DESLIGUE A MÚSICA AMBIENTE CLICANDO EM CIMA DO BOTÃO DE PARAGEM DA JANELA "MÚSICA - ESPÍRITO DA ARTE", QUE SE ENCONTRA DO LADO DIREITO, LOGO POR BAIXO DA PRIMEIRA CAIXA COM O MAPA DOS PAISES DOS NOSSOS LEITORES AO REDOR DO MUNDO.

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domingo, 29 de maio de 2011

TV Record relança em Portugal revista Share


 

Realizou-se no passado dia 24, na Embaixada do Brasil em Lisboa, a sessão de relançamento, em Portugal, do primeiro número da revista Share, editada pela TV Record.

Segundo a estação de televisão brasileira, a revista é relançada com novo nome e novo layout, "com o objetivo de reforçar a imagem de marca junto do público alvo, transmitir o direcionamento estratégico da marca, cativar o leitor com novos artigos, além de divulgar a programação e os artistas da emissora".
A revista Share será distribuída em Portugal pelo jornal gratuito Metro e nalguns estabelecimentos das áreas da Grande Lisboa, Grande Porto e Margem Sul. Com tiragem de 142.000 exemplares, a Share terá periodicidade bimestral.

sábado, 26 de março de 2011

Prémio Engenho de Comunicação lançado na Embaixada de Portugal no Brasil


Embaixador de Portugal no Brasil, João Salgueiro, e Kátia Cubel, organizadora do Prémio Engenho

Dezenas de personalidades dos meios de comunicação, políticos, diplomáticos, académicos e jurídicos de Brasília acorreram à cerimónia de lançamento do 8º Prémio Engenho de Comuniccação, realizada na passada terça-feira, dia 22, na Embaixada de Portugal.

Entre outros, estiveram presentes Marco Aurélio Mello, juiz do Supremo Tribunal Federal, José Múcio,  juiz do Tribunal de Contas da União, senador Adelmir Santana, presidente da Fecomércio, Danielle Moreira, presidente da Associação Comercial do DF, Francisco Caputo, Presidente da Ordem dos Advogados de Brasília, Prof. Nelito Falcão, do IESB,  Silvestre Gorgulho, ex-secretário de Cultura do DF e Samanta Salum, secretária de Comunicação do Governo do Distrito Federal, em representação do Governador Agnelo Queiróz.

Prémio Engenho de Comunicação - O Dia em que o Jornalista Vira Notícia

O Prêmio Engenho foi criado em 2004 para contemplar jornalistas e veículos de comunicação que produzem notícias a partir de Brasília.

Este ano, O Prémio vai realizar-se no dia 17 de agosto, a partir das 20h, na Embaixada de Portugal. Os membros do júri reúnem na véspera para escolha final dos vencedores em doze categorias de Jornalismo, mais três homenagens especiais.

Categorias previstas para 2011: Gestão de Negócios da Comunicação, Veículo Impresso, Programa de Rádio, Iniciativa Académica, Inovação Jornalística, Melhor Blog, Veículos Públicos, Site Noticioso, Apresentador (a) de TV, Programa de TV, Melhor Coluna e Melhor Cobertura de Brasília.

Das sete edições do Prémio até agora realizadas, cinco já tiveram lugar na Embaixada de Portugal, que abre regularmente as suas portas às grandes iniciativas sociais da capital do Brasil.

O Prémio Engenho reúne anualmente cerca de um milhar de personalidades dos ciírculos mediáticos e sociais e faz parte do calendário oficial de eventos de Brasília.

8º Prêmio Engenho de Comunicação - O Dia em que o Jornalista Vira Notícia

Data- 17 de agosto de 2011, 20h, Embaixada de Portugal
Realização: Kátia Cubel – Engenho Criativiadade e Comunicação

terça-feira, 8 de março de 2011

Mercado aproxima de novo jornalismo português e jornalismo brasileiro


O brasileiro Eduardo Zilles Borba tem 28 anos e é doutorando da Universidade Fernando Pessoa, em Portugal. Ele foi um dos académicos que participaram de uma vasta pesquisa que virou livro em dezembro do ano passado e que resgata a forma como o jornalismo português foi pensado por pesquisadores e jornalistas ao longo de 400 anos.

“O Pensamento Jornalístico Português: das origens a Abril de 1974″ tem foco “culturológico”, com a intenção de contribuir para o resgate da memória coletiva do jornalismo em meio a análises de estudos e reflexões que foram produzidas apenas em Portugal, por autores portugueses, e editados até a Revolução dos Cravos (mais precisamente, 25 de abril de 1974).

Segundo o coordenador da pesquisa, o professor doutor Jorge Pedro Sousa, “a arqueologia dos estudos jornalísticos portugueses se revelou um campo fértil, pois efetivamente escreveu-se bastante sobre jornalismo até a Revolução. Tendo em conta que a primeira reflexão escrita sobre o jornalismo português remonta, tanto quanto se apurou, a 1644, pode afirmar-se que os teóricos portugueses produzem conhecimento jornalístico há quase 400 anos”.

A principal ambição do projeto, além do livro, foi a construção de uma biblioteca on line de acesso livre a resumos sobre jornalismo publicados em Portugal até 1974, assim como textos interpretativos dessas obras, seus autores e respectivas localizações em bibliotecas.

Aliás, o interessante é que os pesquisadores e autores decidiram colocar o livro para download gratuito no site da editora (http://www.livroslabcom.ubi.pt/), onde pode ser lido em dois volumes.

Não é uma obra sobre a História do jornalismo português, mas sim uma obra que visa resgatar a forma como o jornalismo foi pensado pelos pesquisadores e jornalistas portugueses. Não há, até ao momento, qualquer obra similar em Portugal.

Jornalismo português e jornalismo brasileiro aproximam-se de novo
O jornalismo brasileiro e o português atravessaram uma fase de sintonia até ao início do século XX, até porque, bem vistas as coisas, até o início do século XIX eram o mesmo país. Somente depois começaram a divergir, pois o jornalismo brasileiro sofreu uma forte influência do jornalismo norte-americano, enquanto o jornalismo português se singularizou mais por causa da ditadura do Estado Novo. Hoje em dia estão, de novo, mais próximos, por causa das forças de mercado.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Jornais da Ejesa recebem prémios do jornalismo brasileiro


Os jornais "Brasil Econômico" e "O Dia", publicações da Ejesa - grupo de media brasileiro detido em 29,9% pela empresa portuguesa Ongoing -   receberam 12 prémios, duas menções honrosas, além de outras oito indicações em 2010.

"Esse é o resultado do investimento da Ejesa num jornalismo de qualidade e numa equipe altamente talentosa", diz Ricardo Galuppo, diretor de Redação do "Brasil Econômico". "É a comprovação de que estamos no caminho certo para um crescimento sustentado de nossas marcas", completou.

Entre os destaques, "O Dia" venceu o Prêmio Esso de Fotografia 2010 - o mais importante reconhecimento do jornalismo nacional - pelo trabalho "Faroeste Carioca", do fotógrafo Alexandre Vieira.

O "Brasil Econômico" venceu na categoria "Jornal de Economia", do 24ª Prémio Veículos de Comunicação, realizado pela revista Propaganda.  
Por seu turno,  o Prémio Vladimir Herzog de Amnistia e Direitos Humanos atribuiu duas menções honrosas a "O Dia"  pelas reportagens 'Diários da Liberdade', de Paula Sarapu (categoria Jornal) e 'Amor nos tempos da Aids', de Pâmela Oliveira (Especial - Saúde como direito do cidadão).

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Maioria dos jornais portugueses adopta Acordo Ortográfico em 2011


A generalidade dos jornais portugueses adoptará o novo Acordo Ortográfico a partir do próximo ano, com o Público a permanecer inalterável na decisão de não aderir ao novo modelo.
 
Sol, DN, JN, i e A Bola são títulos que adoptarão o novo acordo durante 2011. Actualmente, o semanário Expresso e o desportivo Record são os jornais cujos textos já seguem o novo Acordo Ortográfico, que se encontra também já em vigor no mundo dos media na agência Lusa e na revista Visão, por exemplo.

O semanário Sol aplicará o acordo aquando do quinto aniversário, na edição de 16 de Setembro, disse fonte da direcção. Já o desportivo A Bola, garantiu o director Vítor Serpa, aplicará o acordo quando se iniciar o ano lectivo, em Outubro, período que será também o da aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa no sistema educativo.

Menos concretas são as metas de outros títulos. No caso do DN "não há decisão tomada" para a adopção do acordo, garantindo o director João Marcelino que o jornal "vai utilizar a data limite" e o processo de transição até à passagem para os documentos oficiais.

No JN, por seu turno, "estão a ser dar passos" para a introdução em 2011, embora o director José Leite Pereira não avance ainda com uma meta. O desportivo O Jogo, do mesmo grupo (Controlinveste), não tem também um prazo concreto para começar a escrever com o novo Acordo Ortográfico.

"Algures durante 2011" é a projecção que Manuel Queiroz, director do i, faz para a aplicação do acordo no diário do grupo Lena.

Caso diferente é o do Público, que desde um editorial de Dezembro de 2009 declarou que não iria colocar em prática o Acordo Ortográfico, contestando as alegadas vantagens de uma norma global para o português escrito.

Contactada pela agência Lusa, a directora Bárbara Reis reiterou a posição do jornal asseverando que o Público levará "até ao limite" a sua posição.

O Correio da Manhã, da Cofina, começou a adopção ao novo acordo em 2009, e a ideia, explicou fonte oficial da Cofina, é "aderir paulatinamente" ao Acordo Ortográfico.

Nos económicos, o Jornal de Negócios (Cofina) não tem ainda uma decisão formada, sendo este um assunto "em agenda". No entanto, explicou o director adjunto João Cândido da Silva, o título deverá aderir "provavelmente algures em 2011" ao acordo.

O Diário Económico, por sua vez, anunciou no começo do ano que iria adoptar o acordo ortográfico em 2010, com o director António Costa a considerar então que o processo devia ser "discutido com a redacção".

O responsável do jornal detido pela Ongoing, contactado pela Lusa, remeteu detalhes sobre a entrada do acordo ortográfico no jornal para mais tarde.

No que refere às televisões, a aplicação do Acordo Ortográfico está dependente de um entendimento comum entre os operadores, o que até ao momento ainda não se verificou.

sábado, 30 de outubro de 2010

Revista "Nova Águia" faz balanço de 100 anos de República em Portugal

 
A revista "Nova Águia" acaba de lançar o seu sexto número, de que reproduzimos aqui o texto de apresentação:

“Neste número, onde fazemos o balanço dos 100 anos da República, reunimos cerca de três dezenas de textos, que, uma vez mais, nos chegaram dos mais diferentes lugares do espaço lusófono, de insignes personalidades da nossa Cultura.

Como sempre, as perspectivas são diversas, mas, em todas elas, se sente, em maior ou menor medida, um travo de insatisfação – sinal de que a promessa republicana, 100 anos após a sua instauração, está ainda muito longe de poder ser dada por cumprida. Como defenderam os nomes maiores da  Revista "Renascença Portuguesa", a República não se cumpriria pela mera substituição do Chefe de Estado – de Rei hereditário para Presidente eleito.

Muito para além disso, a República, para a geração da Renascença Portuguesa, era uma promessa de maior alcance, em prol da constituição de uma verdadeira Comunidade. 100 anos após a instauração dessa promessa, verificamos que ela ainda não se cumpriu.

Mas não ficamos pela mera lamentação, como, infelizmente, é costume entre nós. Antes abrimos horizontes para que essa tão generosa promessa se possa finalmente cumprir, também aqui seguindo o exemplo das pessoas da Revista "Renascença Portuguesa": pessoas que tinham um amplo e profundo sentido da Cultura, que incluía – diríamos mesmo: que exigia – um forte empenhamento social e político, ainda que não necessariamente partidário.

Para além de evocarmos o Centenário da República, quisemos, neste número, assinalar quatro efemérides: o bicentenário do nascimento de Alexandre Herculano; o centenário do nascimento de Miguel Reale; o cinquentenário do falecimento de Jaime Cortesão; o ano da morte de António Telmo, colaborador da NOVA ÁGUIA desde o primeiro número, que nos deixou no dia 21 de Agosto. Uma vez mais, a NOVA ÁGUIA celebra, de forma assumida e descomplexada, os nomes maiores da nossa Cultura.

A par das rubricas habituais, houve ainda espaço, neste número, para regressarmos ao tema da Europa, numa secção em que se destaca um texto de Dalila Pereira da Costa, colaboradora desta revista desde a primeira hora.

Como tem acontecido a propósito de todos os números da NOVA ÁGUIA, também este será apresentado por todo o país e, na medida do possível, por todo o espaço lusófono. Realizaram-se já, ao todo, duas centenas de sessões de apresentação da NOVA ÁGUIA. Neste último semestre, destaque-se o facto de termos chegado ao Bairro Português de Malaca.

O tema do próximo número, a sair no primeiro semestre de 2011, será "Fernando Pessoa: “Minha pátria é a língua portuguesa” (nos 15 anos da CPLP)". Nele procuraremos, a partir da obra pessoana, pensar o presente e o futuro da Comunidade Lusófona, numa perspectiva aberta ao mundo. Essa tem sido sempre, como se sabe, a visão distintiva da NOVA ÁGUIA.”

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Jornalista português lança jornal em Fortaleza

O jornalista portugues Paulo Martins – residente em Fortaleza – anuncia hoje na capital cearense o lançamento de um jornal temático: “Ceará – Fórum Empresarial”.

O jornal é parte de um projecto editorial mais amplo, a desenvolver de forma faseada e programada, envolvendo, numa primeira fase, a imprensa escrita, depois, a rádio e, a fechar o ciclo , a televisão.

O jornal deverá começar pelo Estado do Ceará, prevendo-se, a curto e médio prazos, a sua extensão e expansão a outros estados do Brasil.

Leia no Portugal Sem Passaporte, rubrica do jornalista Graciano Coutinho, no jornal O Povo.

"Guerra abre as portas do inferno", diz Carlos Fino, repórter português que cobriu a guerra do Iraque

Primeiro repórter a noticiar o início da Guerra do Iraque, Carlos Fino, ex-correspondente da estação pública Rádio e Televisão Portuguesa (RTP), foi entrevistado pelo jornal Folha de São Paulo, a propósito do termo das operações de combate anunciado pelo presidente norteamericanoo Barack Obama.


Carlos Fino, hoje conselheiro de imprensa da embaixada de Portugal no Brasil, não escondeu a emoção ao lembrar os meses passados em meio ao conflito e, sem hesitar, aponta que a experiência foi um "verdadeiro inferno".

O repórter desembarcou em Bagdad em janeiro de 2003, quando os inspectores da ONU (Organização das Nações Unidas) investigavam as denúncias do então presidente americano, George W. Bush, de que o regime do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein escondia armas de destruição em massa.

Além de vivenciar os primeiros bombardeios, em março do mesmo ano, e acompanhar a "sistemática destruição" de Bagdad, Fino sobreviveu ao ataque das tropas americanas ao Hotel Palestina, onde estava baseada a imprensa internacional.

Após ser roubado e quase linchado por um bando armado - juntamente com operador de câmara Nuno Patrício, que integrava a equipa da RTP - teve que deixar o país por terra, sem passaporte, passando pela Jordânia.

Em agosto de 2003, voltou ao Iraque para cobrir a morte do diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, vitima de um ataque contra a sede da ONU na capital iraquiana. "Tínhamos muita admiração por ele, que aliás se perfilava como um possível candidato a suceder Kofi Annan, então secretário-geral das Nações Unidas", disse.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Jornalistas do espaço lusófono querem maior facilidade de circulação

Jornalistas dos países da comunidade de língua portuguesa solicitaram, em encontro realizado em São Paulo, Brasil, maior facilidade de circulação no espaço lusófono.

A reivindicação foi feita à margem da 21ª Bienal do Livro de São Paulo, em encontro que reuniu homens da cultura e das letras dos oito Estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

As delegações de associações de jornalistas de Angola, Brasil, Portugal, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde e Macau passaram em revista as actividades da Federação dos Jornalistas de Língua Portuguesa (FJLP) constituída a 7 de Dezembro de 2009, em Lisboa, Portugal, e cuja presidência está a cargo da Associação dos Jornalistas Económicos de Angola (AJECO).

No encontro, que também abordou o quadro legal da comunicação social nos oito, foi, igualmente, analisado o programa do primeiro aniversário e a realização da Assembleia Geral Ordinária da FJLP, que terá lugar em Angola, em Dezembro, e a problemática de um Prémio de Jornalismo de Língua Portuguesa.

Os participantes saudaram, igualmente, a decisão dos governos de Portugal e do Brasil de criarem um canal internacional de televisão de língua portuguesa, uma inicisativa aberta aos outros países lusófonos. “Se se concretizar, será, de facto, um espaço para maior conhecimento das realidades socioeconómicas dos referidos países e povos”, defenderam.

A legalização da Federação dos Jornalistas de Língua Portuguesa é um dos maiores desafios da actual presidência para se poder solicitar a admissão a membro observador da Comunidade dos Países de Língua portuguesa.

sábado, 14 de agosto de 2010

Brasil lança "Revista Pessoa" sobre literatura lusófona

Uma nova revista sobre literatura pretende estimular o hábito da leitura entre os brasileiros e divulgar os principais escritores dos países de língua oficial portuguesa no espaço lusófono e também no mundo. A Revista Pessoa, cujo nome é uma homenagem ao poeta português, será lançada oficialmente pela Editora Mombak (despertar, na língua indígena Tupi) a 20 de Agosto, no âmbito da Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

"A revista pretende sobretudo incentivar a leitura, queremos levar a literatura até o leitor, principalmente às camadas mais distantes que não têm acesso a equipamentos públicos, por falta de oportunidade ou de conhecimento", disse a editora Mirna Queiroz.

A ideia principal é promover a literatura de língua portuguesa, não só no mundo lusófono, mas também no mercado internacional, por meio de uma versão inglesa na plataforma digital da revista.

A revista pretende ainda promover o diálogo entre os povos de língua portuguesa, como forma de diminuir o "enorme desconhecimento" da produção literária de cada país de língua portuguesa no próprio espaço lusófono.

"A ideia é explorar os pontos de contato da nossa cultura, da nossa história, sem ignorar as nossas diferenças. Além de literatura, a revista terá uma seCção que tenta contextualizar essa ligação", salientou a jornalista.

A revista terá ainda as seções "Fingimento", dedicada à poesia, "Estranho Estrangeiro", voltada aos jovens, "Ortografia também é gente", com destaque para a língua portuguesa, e "Arca", que apresentará capítulos de livros prestes a serem editados.

O Conselho Editorial é formado por escritores, académicos, jornalistas e diplomatas dos oito países de língua portuguesa, sendo que Portugal é representado por José Carlos Vasconcelos, Fernando Cabral Martins e Fernando Pinto do Amaral.

No Brasil, a versão impressa da revista tem o apoio do Museu da Língua Portuguesa e da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Os demais países de língua portuguesa podem aceder à revista por meio do sítio eleCtrónico da publicação , disponível a partir de hoje.

"Pretendo ainda este ano tentar fechar parcerias para viabilizar a circulação impressa da revista também em Portugal", salientou Mirna.

UP - Revista de bordo da TAP é referência em publicações internacionais

A UP, revista de bordo da TAP, foi considerada pela prestigiada revista britânica Monocle uma das leituras obrigatórias deste Verão. Já a revista MING, uma publicação chinesa, destacou a UP como sendo uma das melhores revistas de bordo do mundo.

"Este reconhecimento valoriza os diferentes destinos da companhia, em especial o Brasil, amplamente difundidos na revista", refere a empresa portuguesa em comunicado.

O suplemento de verão (europeu) da revista Monocle, designado Monocle Mediterrâneo, sugere a UP entre as leituras obrigatórias dos meses quentes, lado a lado com publicações como El Pais, El Viajero e Vogue Living.

Um outro elogio chega da revista MING, que no artigo intitulado "In-flight Magazine, how far can it go?", da edição de julho, escolhe a UP para uma "short list" de revistas de bordo que selecciona como sendo as melhores do mundo.

A UP tem recebido o reconhecimento internacional desde o seu lançamento em 2007, tendo-se tornado um instrumento privilegiado para a divulgação da TAP, com uma imagem renovada e mais moderna.

Além de poder ser lida dentro dos aviões da TAP, a UP pode ser consultada no site http://www.upmagazine-tap.com/ e está também disponível, a partir deste mês, em versão específica para o iPAD, da Apple.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Prémio Engenho - Grande Festa dos "Media" de Brasília, Hoje na Embaixada de Portugal

A Embaixada de Portugal no Brasil acolhe hoje, pela 5ª vez, o Prémio Engenho de Comunicação -
iniciativa que distingue profissionais e órgãos dos Media que produzem notícias a partir de Brasília.

O Prémio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia foi criado em 2004 para destacar as melhores iniciativas e os melhores profissionais da Imprensa na capital do Brasil.

A cerimónia de entrega dos prémios transformou-se, com o decorrer dos anos, na Grande Festa Anual da Media de Brasília, estando inscrita no calendário oficial de eventos do Distrito Federal.

O encontro reúne centenas de profissionais de todos os grandes órgãos de comunicação social do país, além de numerosas personalidades dos meios políticos, sociais, académicos e empresariais.

Este ano, integraram o júri o ministro do Supremo Tribunal Federal - STF, Marco Aurélio Mello; o ministro do Tribunal de Contas da União - TCU, José Múcio Monteiro; a presidente da Associação Comercial do DF, Danielle Moreira; o presidente da Ordem dos Advogados de Brasília-DF, Francisco Caputo, e o professor de Comunicação da Universidade de Brasília, Sérgio de Sá.