
Tudo
começou quando quatro comerciantes portugueses resolveram fundar um
clube de remo, desporto muito em voga em finais do século XIX. Corria o
ano de 1898 e comemorava-se o IV Centenário da Descoberta do Caminho
Marítimo para a Índia. O herói dessa epopeia inspiradora dos
"Lusíadas", maior obra da literatura portuguesa, escrita por Luís de
Camões, era o almirante Vasco da Gama. Daí, o nome da nova agremiação
ter surgido naturalmente.
O remo trouxe muitas glórias ao Vasco, tanto que o poeta Lamartine Babo, ao compor o hino do clube, num dos versos escreveu: “(...) No remo és imortal. No futebol, és um traço de união Brasil—Portugal (...)”
Esse traço de união nasceu com a crescente popularidade do futebol e aproveitou a vinda de um conjunto português ao Rio, em 1913, quando a colónia portuguesa criou alguns clubes de futebol, como o Centro Esportivo Português, o Lusitano e o Lusitânia. Dois anos depois, o Lusitânia fundia-se com o Vasco da Gama, surgindo o Departamento de Futebol vascaíno.
O remo trouxe muitas glórias ao Vasco, tanto que o poeta Lamartine Babo, ao compor o hino do clube, num dos versos escreveu: “(...) No remo és imortal. No futebol, és um traço de união Brasil—Portugal (...)”
Esse traço de união nasceu com a crescente popularidade do futebol e aproveitou a vinda de um conjunto português ao Rio, em 1913, quando a colónia portuguesa criou alguns clubes de futebol, como o Centro Esportivo Português, o Lusitano e o Lusitânia. Dois anos depois, o Lusitânia fundia-se com o Vasco da Gama, surgindo o Departamento de Futebol vascaíno.
MENSAGEM DE FELICITAÇÕES DO EMBAIXADOR DE PORTUGAL

EXMO SR. CARLOS ROBERTO DE OLIVEIRA
PRESIDENTE DO CLUBE VASCO DA GAMA
Felicito-o vivamente pela passagem do 112º aniversário do Vasco, a cujos destinos preside.
O "Vasco da Gama", como mostra o esforço dedicado dos seus dirigentes, atletas e associados, continua digno das melhores tradições e do espírito determinado dos seus fundadores, há mais de um século - a comunidade luso-brasileira do Rio de Janeiro.
Fiel ao lema dos seus fundadores, o Vasco permanece hoje, mais de cem anos volvidos, como se diz no seu hino, nas palavras de Lamartine Babo, “um traço de união entre o Brasil e Portugal”.
Um traço de união que o Senhor tem sublinhado pretender manter e desenvolver e que reforçou, já este ano, com a sua deslocação a Sines, terra natal de Vasco da Gama.
Peço-lhe, senhor presidente, que transmita a toda a equipa dirigente, aos atletas e à massa associativa do clube, os meus sinceros parabéns!
João Salgueiro
Embaixador de Portugal
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