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Boas Vindas a esta comunidade de Culturas e Afetos Lusofonos que já abraça 76 países

MÚSICA DE FUNDO E AUDIÇÃO DE VÍDEOS E AUDIOS PUBLICADOS

NÓS TEMOS TODO O EMPENHO EM MANTER SEMPRE MÚSICA DE FUNDO MUITO SELECIONADA, SUAVE, AGRADÁVEL, MELODIOSA, QUE OUVIDA DIRETAMENTE DO SEU COMPUTADOR QUANDO ABRE UMA POSTAGEM OU OUVIDA ATRAVÉS DE ALTI-FALANTES OU AUSCULTADORES, LHE PROPORCIONA UMA EXPERIÊNCIA MUITO AGRADÁVEL E RELAXANTE QUANDO FAZ A LEITURA DAS NOSSAS PUBLICAÇÕES.

TODAVIA, SEMPRE QUE NAS NOSSAS POSTAGENS ESTIVEREM INCLUÍDOS AUDIOS E VÍDEOS FALADOS E/OU MUSICADOS, RECOMENDAMOS QUE DESLIGUE A MÚSICA AMBIENTE CLICANDO EM CIMA DO BOTÃO DE PARAGEM DA JANELA "MÚSICA - ESPÍRITO DA ARTE", QUE SE ENCONTRA DO LADO DIREITO, LOGO POR BAIXO DA PRIMEIRA CAIXA COM O MAPA DOS PAISES DOS NOSSOS LEITORES AO REDOR DO MUNDO.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

ENÉLIO LIMA PETROVICH - HOMENAGEM AO ILUSTRE HOMEM DE CULTURA, PRESIDENTE DO IHG/RN-BRASIL, ESCRITOR, HUMNISTA, NO DIA DO SEU ANIVERSÁRIO







TRIBUTO DE HOMENAGEM A ENÉLIO LIMA PETROVICH









No dia 13 de Junho, dia do aniversário do Meu Querido Amigo
Dr. Enélio Lima Petrovich, é com profundo afecto que lhe dedico este modesto Tributo de Homenagem, em honra à nossa amizade e ao ilustre homem de cultura, figura das maiores da sua região natal muito amada, o Estado do Rio Grande do Norte, no Brasil, em cuja capital Natal, reside e onde tem consagrado toda uma luminosa vida e labor intenso em prol da cultura brasileira em geral e Norte Riograndense em particular.






Dr. Enélio Lima Petrovich
e esposa D. Miriam Petrovich








Neste dia, recordo e saboreio a amizade que nos une há anos, principalmente desde a ocasião em que sob sua presidência e apadrinhamento junto com o nosso comum querido amigo o artista plástico, poeta e escritor Dorian Gray Caldas, um das mais distintos artistas e intelectuais da cultura Potiguar, fui consagrado como Membro Efetivo do I.H.G/RN- Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.   






Dr. Enélio Lima Petrovich, Presidente 
do IHG/RN, entregando o Diploma de 
Membro Efetivo a Carlos Morais dos Santos
na cerimónia da dissertação e posse deste
Set.2008 






 Recordo e saboreio as nossas longas conversas sobre osmais variados temas culturais e da vida e os desvelados carinhos e atenções com que Enélio Lima Petrovich me prodigaliza em todas as ocasiões em que estou em Natal, passado algum tempo na minha residência daquela sua cidade que é também já minha e muito amo.




Enélio L.P. e Carlos MS
em convívio de amizade







São sempre inesquecíveis, pela riqueza do convívio, pela cultura que dele sempre emana, pela doçura e delicadeza do seu trato, todos os momentos que partilhamos, quer em conversas de amigos e encontros mais formais em reuniões da Academia Norte Rio-Grandense de Letras ou no Conselho Estadual de Cultura, que na sua qualidade de membro ilustre destas Instituições culturais, frequentemente me convida a participar, juntamente com o querido e amigo o comum amigo, o maior artista plástico, poeta, escritor e acadêmico do RN, Dorian Gray Caldas, também membro destas Instituições, quer, sobretudo,  nos encontros informais ou no eventos do IHG.

Neste momento vem-me à memória o inesquecível carinho da sua prestigiante visita e apoio à minha exposição de fotografia e foto-poemas que, em Setembro de 2009, realizei em Natal, sobre o tema “Natal-Lisboa – Culturas e Afetos” e a forte e incontida emoção com que então discursou na abertura solene do evento, saudando o meu labor cultural e artístico, tendo ali se deslocado em condições de saúde que lhe recomendavam naquele dia não dever sair de casa, mas que, acompanhado da querida amiga e nossa confreira do IHG, a ilustre poetisa das Flores e do Amor, Lúcia Helena Pereira, sua devotada e fraternal amiga, fez questão de me saudar pessoalmente me causando profunda emoção, o seu gesto carinhoso e gratificante.

Enélio Lima Petrovichh é, assim mesmo, uma dessas raras figuras humanas que se sente feliz em prodigalizar afetos, atenções e delicadezas aos seus inúmeros amigos. O seu enorme humanismo está sempre presente mesmo no seu labor intelectual, enquanto escritor, historiador, ensaísta, e Presidente do IGH, com uma das mais honrosas e elevadas obras ao serviço da cultura Norte Riograndense.
   
Enélio Lima Petrovich está na presidência do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN) há 41 anos, onde desenvolve um inigualável trabalho em favor da cultura do RN. Ex-secretário de Estado, publicista, advogado, historiador, escritor, jornalista, imortal da Academia Norte-Riograndense de Letras (ANL), e acima de tudo, discípulo de Câmara Cascudo, Enélio Petrovich tem como missão de vida zelar pela memória Potiguar.

A propósito da pessoa humanamente grandiosa e figura cultural da maior relevância que é o Dr. Enélio Lima Petrovich,
ocorreu-me dar aqui e agora a palavra à sua grande e dedicada amiga, a que também me unem calorosos afetos, que é a luminosa Poetisa e escritora Lúcia Helena Pereira. 




Enélio L.P., Carlos MS e
Lúcia Helena Pereira na
exposição de fotografia e
foto-poemas de Carlos MS,
Natal, Set.2009 








Ouçamo-la:

“ A vida é quase sempre uma dança sob abismos.
de repente algo vem e nos surpreende.

Enélio lima petrovich, homem notável das letras, presidente do instituto histórico e geográfico do RN, acima de tudo é um homem sensível e justo.

Ele tem presidido o IHG/RN há boas décadas, como um verdadeiro herói, um Dom Quixote nordestino, com descendência croata.

Pois hoje, ele me telefonou comunicando o estado de saúde de sua amada e musa - Miriam Petrovich - (diga-se, uma linda mulher), que submeteu-se a exames cardiológicos e encontra-se sob cuidados médicos, já, fora de maiores perigos.

Em contra partida, Enélio Petrovich chora ao telefone, ao falar comigo: "…minha querida, não ando bem, sinto-me fragilizado com a visão insuficiente"... enquanto isso, eu chorava também. Chorava pelo homem bom, pelo meu Presidente do IHG/RN, pelas vezes com que, cheio de amabilidades, recebeu visitantes levados por mim ao Instituto:
O jornalista Acreano Elson Martins (julho/2008);
Celso Antunes de Oliveira e Anna (Curitiba/PR);
 A posse do Dr. Carlos Morais dos Santos, da Soc. De Geografia de Lisboa, onde reside, mas com residência em Natal, como sócio efetivo do Instituto;  
Do Dr. José Maranhão (PB).

Lembro-me das inúmeras vezes que participou, sob minha presidência, dos eventos e solenidades da AJEB e do lindo show filantrópico "Quando Setembro Chegar", que ele tanto aplaudiu, de 1994 a 1998, no Teatro Alberto Maranhão.
tanta coisa boa a recordar...as fotos bem dirão desses "recuerdos", nesta manhã de oito de Abril de 2009.

Quando emoções brincam de poesias em minha alma.
Obrigada, Enélio, pela grande figura que você é!!!

Enélio me prestigiou, em 1998, com minha noite de autógrafos no IHG/RN, quando lancei a "Breve Coletânea de Juvenal Antunes";
Quando solicitei a posse deIolanda Montenegro Tavares (CE), sócia-correspondente do IHG/RN; Quando recebeu e aplaudiu Giselda Medeiros (CE); Gisele Bueno Pinto (RS); Margarida Dias Cassales (RS); Iris Fernandes Titto (+) de SP; Joaquina Fernandes de Oliveira - Quina de Oliveira (SP) e muitas outras figuras da literatura brasileira.
L.H.P.

PARABENS POR ESTE DIA, QUERIDO AMIGO ENÉLIO, VOTOS MUITO AFETUOSOS DE LONGA VIDA E FELICIDADES, EM COMPANHIA DE SUA AMADA E DEDICADA ESPOSA MIRIAM, LINDA SENHORA DE FINO E  AMÁVEL TRATO, SUA GRANDE COMPANHEIRA DE UMA VIDA. PARABENS A AMBOS E A TODOS OS MEMBROS DESSA ADMIRÁVEL FAMÍLIA SUA QUE TANTO AMA.

Carlos Morais dos Santos
Cônsul (Lisboa) do M.I. Poetas Del Mundo
Membro da Academia Portuguesa de Letras, Artes e Ciências
Membro da Sociedade de Geografia de Lisboa
Membro do IHG/RN-Inst.Histórico Geográfico do RN-Brasil

DIA 12 DE JUNHO, DIA DE SÃO VALENTIM, UM DOS DOIS DIAS DOS NAMORADOS




















DIA DE SÃO VALENTIM


Os namorados,

São encontrados,

E encantados,

Apaixonados,

Entusiasmados,

São transportados

Pela fantasia !


E, esperançados,

Os bem - amados,

Cantam seus fados,

Aventurados,

Corações dados,

E tão mimados,

Num Santo Dia !
















OS NAMORADOS
Os namorados
Que enleados
Que apaixonados
São uma beleza !

Os namorados
Enciumados
Ficam zangados
É uma tristeza !

Os namorados
Reconciliados
Já confiados
Retomam esperança !

Os namorados
Já estão casados
Entediados
São uma lembrança !

Ou bem casados
Os namorados
Enfilharados
São uma aliança !
Carlos Morais dos Santos















quinta-feira, 10 de junho de 2010

1O DE JUNHO, DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES



  


















Hoje, dia 10 de Junho, comemora-se em Portugal, no Brasil e por todas as comunidades portuguesas da diáspora espalhadas pelo mundo, o DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES. É um tempo de celebrações oficiais e de discursos vários, desde as solenidades presididas pelo Presidente da República portuguesa que, este ano, escolheu o Algarve, sua região Natal, como sede das Comemorações, até às celebrações que em Lisboa e por todas as restantes cidadades de Portugal e do mundo assinalam este dia, com festas e discursos de circunstância. 

É também o dia em que se celebra Portugal, atribuindo-se condecorações concedidas pelo Presidente da República Cavaco Silva, às mais representativas personalidades de todos os campos de actividade, que este ano foram selecionadas pelo Presidente da República, enquanto Grão Mestre de todas as Ordens de Condecorações, em que algumas dessas condecorações serão entregues a título póstumo aos representantes daquelas personalidades que, infelizmente, faleceram no decorrer deste ano. 

Sendo o dia 10 de Junho o DIA DE PORTUGAL, DE CAMÕES E DAS COMUNIDADES, portanto, o dia da Pátria, é natural e apropriado que aqui, no Culturas e Afetos Lusofónos celebremos o heroi pátrio e figura maior das letras portuguesas que é CAMÕES, um dos maiores poetas da humanidade, e o maior poeta épico da nossa história e da língua portuguesa. Mas, de Camões e da sua obra se poderá dizer que, se não tivesse  sido considerado o maior épico, seria o maior lírico da língua portuguesa no Renascimento. Por isso vamos dedicar esta publicação de celebração ao 10 de Junho, a Camões e à sua lírica poética,mostrando alguns poemas e fragmentos de poemas.
 





.  









Luís de Camões
.../
Da alma e de quanto tiver
Quero que me despojeis,
contanto que me deixeis
Os olhos para vos ver

...


Acha a tenra mocidade
Prazeres acomodados,
E logo a maior idade
Já sente por pouquidade

Aqueles gostos passados.
Um gosto que hoje se alcança,
Amanhã já não o vejo;
Assim nos traz a mudança
 De esperança em esperança
E de desejo em desejo.
Mas em vida tão escassa
Que esperança será forte?
Fraqueza da humana sorte,
Que quanto da vida passa
Está receitando a morte!



























Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.


Transforma-se o amador na cousa amada,
Por virtude do muito imaginar;
Não tenho logo mais que desejar,
Pois em mim tenho a parte desejada.
Se nela está minha alma transformada,
Que mais deseja o corpo de alcançar?
Em si somente pode descansar,
Pois consigo tal alma está liada.

Mas esta linda e pura semideia,
Que, como um acidente em seu sujeito,
Assim com a alma minha se conforma,

Está no pensamento cono ideia;
O vivo e puro amor de que sou feito,
como a matéria simples busca a forma.



Mas, conquanto não pode haver desgosto
Onde esperança falta, lá me esconde
Amor um mal, que mata e não se vê;
Que dias há que na alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei porquê.


 
























Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já foi coberto de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

o















Traçar uma Biografia de Camões implica, desde logo, as dificuldades de vários aspectos de sua vida desde o ano e local de nascimento, a sua ascendência completa, até a fases da sua vida, terem ficado sempre com muitas interrogações.


Faremos, aqui, apenas um brevíssimo resumo de sua vida e obra, deixando aos interessados uma pesquisa aprofundada..


Luís Vaz de Camões nasceu em 1524 (?), possivelmente em Lisboa. e faleceu em 1580 em Lisboa. Os seus restos mortais repousam no panteão mais históricamente grandioso que é o Mosteiro dos Gerónimos.



De 1531 a 1541, terá ido estudar para Coimbra, onde foi despertado para os ideais do Humanismo. 


Em 1545, devido a uma relação amorosa com Dona Catalina de Ataíde, dama da Rainha,  teve que abandonar a corte de D. João III. Parte para Ceuta e, em combate, perde o olho direito. 
Entre 1553 e 1568, terá viajado pela África Oriental, Goa, Macau e China. 


Em 1570 regressa a Lisboa.  «Os Lusíadas» são publicados em 1572. Foi-lhe concedida por D. Sebastião uma tença anual de 15 mil reis que só recebeu  durante três anos, pois morre a 10 de Junho de 1580, em Lisboa, na miséria, vivendo de esmolas que se dizia terem sido angariadas pelo seu fiel criado Jau. O seu enterro teve de ser feito a expensas de uma instituição de beneficência, a Companhia dos Cortesãos.



O tema do Amor está presente em toda a poesia lírica Camoniana e assume-se como o princípio fundamental da existência; o Amor é uma aspiração a um objecto inatingível.



A sua maior obra foi “Os Lusíadas”, epopeia que narra e glorifica os feitos heróicos portugueses. Pela grandeza da concepção, realismo das descrições e lirismo de vários episódios, conhecimento técnico, literário, histórico e geográfico, “Os Lusíadas” é uma das obras mais importantes do Renascimento.


Além de Os lusíadas, só três ou quatro poemas de Camões foram publicados durante sua vida. A maior parte da obra lírica, tal como os autos e as cartas, permaneceu inédita. A tarefa de identificar e reunir esse material precioso, a que a celebridade e grandeza do prodígio épico emprestavam aura de objecto de devoção, mobilizou muitos estudiosos ao longo de largos anos.



Camões dominava o latim e o espanhol, e demonstrou possuir um sólido conhecimento da mitologia greco-romana, da história antiga e moderna da Europa e dos cronistas portugueses, e da literatura clássica, destacando-se autores como Ovídio, Xenofonte, Lucano, Valério Flaco, Horácio mas, especialmente, Homero e Virgílio, de quem tomou vários elementos estruturais e estilísticos de empréstimo e às vezes até trechos em transcrição quase literal. De acordo com as citações que fez, também parece ter tido um bom conhecimento de obras de Ptolomeu, Diógenes, Laércio, Plínio o Velho, Estrabão e Pompónio, entre outros historiadores e cientistas antigos. Entre os modernos  estava a par da produção italiana de Francesco Petrarca, Ludovico Ariosto, Torquato Tasso, Giovanni Boccacio e Jacopo Sannazaro, e da literatura castelhana.

Carlos Morais dos Santos

Ouçamos sobre Camões a voz e a música de dois grandes artistas, 
um brasileiro e outro português:


CAMÕES
Jorge Fernando Canta CAMÕES

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A "alma portuguesa" está na vida brasileira - diz escritor Sílvio Rabaça

Família de emigrantes portugueses, de origem terceirense, no Rio de Janeiro
 
A "alma portuguesa" está na vida carioca e no Brasil, resumiu o escritor brasileiro Sílvio Rabaça, um dos autores do livro "De pai para filho -- Imigrantes portugueses no Rio de Janeiro", falando da presença de portugueses na ex-colónia.

"A contribuição portuguesa é total. Por tradição, nós concentramo-nos mais na figura do português colonizador, como explorador, mas o traço do empreendedorismo que o brasileiro tem é uma herança portuguesa", afirmou.
A obra, que aborda participação dos portugueses na formação da cultura e da identidade do povo carioca, será lançada amanhã no contexto das celebrações do Dia Nacional de Portugal e das Comunidades Portuguesas, no Palácio São Clemente, residência do Cônsul Geral de Portugal no Rio de Janeiro, António de Almeida Lima

Países lusófonos estudam intercâmbio de finalistas de Medicina

Os estudantes de medicina portugueses vão poder fazer parte do internato em Portugal e parte noutro país de língua oficial portuguesa. O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, disse que "estão a ser estabelecidas parcerias com alguns países lusófonos, para desenvolver internatos partilhados".

Angola, Cabo Verde, Moçambique ou São Tomé e Príncipe são alguns países que estão a analisar esta medida em conjunto com Portugal. Manuel Pizarro falou à margem da I Cimeira Lusofonia e Saúde, que decorreu em Lisboa e teve como principal objectivo debater a importância da cooperação dos países de língua portuguesa em matérias como os recursos humanos, o acesso a cuidados e à informação em saúde.

O secretário de Estado sublinhou que há já muito "trabalho feito nesse sentido, mas é necessário dar um salto qualitativo através de programas mais vastos, sobretudo a nível da formação de recursos", avança.

domingo, 6 de junho de 2010

Revista "Nova Águia" lançada em Brasília na próxima semana

A revista "Nova Águia", especializada em cultura, com destaque para ensaio e poesia, será lançada no próximo dia 8 de Junho, terça-feira, em evento na Embaixada de Portugal em Brasília.

A iniciativa da Casa Agostinho da Silva, em colaboração com o Instituto Camões, integra-se na semana de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que é assinalado a 10 de Junho.

No início do evento será mostrado um dos episódios da série televisiva "Brasil, Portugal - Lá e Cá", de Carlos Fino e Paulo Markum. Estão também previstas intervenções de Sam Cyrous, Jorge da Paz Rodrigues, Washington Araújo e Jorge Antunes. O percurso do diplomata português Aristides de Sousa Mendes e a relação do poeta Fernando Pessoa com os direitos humanos serão alguns dos temas que serão analisados no dia do lançamento da "Nova Águia".

Lançamento da Revista "Nova Águia"
Instituto Camões/ Embaixada de Portugal em Brasília
Terça-feuira, dia 8 de Junho, 19.30 horas
SES, Avenida das Nações, 801 - Lote 2
Brasília-DF
Entrada Livre

Popularidade do Brasil aumenta interesse pela língua portuguesa

A popularidade do Brasil no exterior tem levantado interesses em áreas pouco ou quase inexploradas. A língua portuguesa é uma delas.

Kleber Aparecido da Silva, professor no curso de Português no Brasil como Segunda Língua, do Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas da UnB, acompanha de perto o crescimento da procura pela língua e pela cultura brasileira.

Na última semana, lançou o livro Ensinar e Aprender Línguas na Contemporaneidade: Linhas e Entrelinhas, o primeiro volume de uma colecção de 48 obras que serão lançadas nos próximos dois anos.

Corpus Christi, uma tradição secular da Igreja Católica Apostólica Romana


No dia 3 de Junho, assinalou-se mais um feriado de Corpus Christi. Corpus Christi significa Corpo de Cristo (no latin), e é uma festa em que a Igreja Católica, celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia,um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: "Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim" (conforme 1 Coríntios 11. 24-25).

A celebração acontece todos os anos na quinta-feira feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes.

O facto da celebração ser numa quinta-feira é uma alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição do sacramento, durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, quando o Senhor mandou que se lembrassem dele comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

A festa de Corpus Christi foi instituída pela Igreja Católica em 1264. O decreto do Papa Urbano IV teve de início pouca repercussão, porque o Papa morreu logo depois. Mas acabaria por se propagar por algumas igrejas, como na diocese de Colónia na Alemanha, onde o Corpus Christi é celebrado desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colónia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França, na Itália e em Portugal. Em Roma é encontrada desde 1350.

Em muitas cidades portuguesas e brasileiras é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data constituiu-se, por directa influência portuguesa, também numa tradição observada no Brasil.

sábado, 5 de junho de 2010

Mostra de Cinema Português em Curitiba, de 6 a 13 de Junho

Começa hoje na Prefeitura Municipal de Curitiba uma mostra de cinema contemporâneo português.

Até dia 13, serão apresentados alguns filmes dos mais emblemáticos realizadores portugueses:"The Loverbirds" de Bruno Almeida, "Filha da Mãe" de João Canijo, "Coisa Ruim" de Tiago Guerra e Frederico Serra, "Lisboetas" de Sérgio Tréfaut, "O Fascínio" e "Os Mistérios de Lisboa" de José Fonseca e Costa e "Tudo Isto é Fado" de Luís Galvão Teles .

Promovida pela Câmara de Comércio Brasil /Portugal do Paraná e Prefeitura Municipal de Curitiba, a mostra tem o apoio do Instituto Camões.

Modernização do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro recupera conjunto arquitectónico de origem portuguesa

O Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) aprovou apoio financeiro não reembolsável no valor de R$ 3,65 milhões para o projecto de modernização do Museu Histórico Nacional (MHN), localizado no Rio de Janeiro.

Os recursos, oriundos do Fundo Cultural do Banco, serão investidos em acções de conservação e adequação das galerias de exposições permanentes e temporárias.O apoio destina-se à segunda fase de restauração e modernização do MHN, que já obteve recursos do BNDES em 2005 para a execução da primeira etapa de obras nas galerias de exposição.

Com o término da segunda fase, o projecto de modernização das instalações do MHN estará concluído e as áreas destinadas às exposições permanentes e temporárias estarão adaptadas aos conceitos actuais da museologia. O intuito é criar a infraestrutura necessária para abrigar adequadamente o acervo de obras de arte do museu, visando o aprimoramento funcional e de segurança do prédio.

Museu Histórico Nacional – Criado em 1922, durante as comemorações do Centenário da Independência do Brasil, é considerado o maior museu brasileiro de História. Seu acervo, com cerca de 260 mil itens, representa os períodos colonial, imperial e republicano.

O MHN mantém galerias de exposições permanentes e temporárias; biblioteca especializada em diversos temas; Arquivo Histórico com importantes documentos manuscritos, aquarelas, ilustrações e fotografias; e o Centro de Referência Luso-Brasileira, com ampla bibliografia e documentação sobre Brasil e Portugal.
O museu desenvolve, ainda, programas educativos e sociais junto à comunidade, recebendo em média 250 estudantes por dia. Atrai também grande número de turistas brasileiros e estrangeiros, que o têm como referência para conhecer o processo de desenvolvimento histórico do Brasil.

O Conjunto Arquitectónico da Ponta do Calabouço – onde se encontra instalado, desde 1922, o Museu Histórico Nacional – tem grande importância para a história tanto da cidade do Rio de Janeiro quanto do Brasil. Este grupo de grandes estruturas materiais merece ser tratado como acervo potencial plenamente integrado às colecções de objetos e documentos preservados pela instituição.

A partir da construção do Forte de Santiago, na Ponta do Calabouço, ainda no século XVI, o conjunto arquitectónico e as edificações circunvizinhas desempenharam papel central na ocupação e manutenção do território, sempre sediando funções militares, portuárias, religiosas e administrativas ligadas à presença portuguesa no Brasil.

República do Congo passará a ensinar português nas escolas

Os governos de Portugal e da República do Congo assinaram hoje em Lisboa um acordo que prevê que, a partir de 2011, a língua portuguesa seja ensinada nas escolas daquele país africano.

O Congo, que tem o francês como língua oficial, fica próximo de Angola e de São Tomé e Príncipe, duas ex-colônias portuguesas, e os três países pertencem à mesma comunidade, a Comunidade Económica dos Estados da África Central.
 
"Nós pretendemos aproximar-nos dos nossos vizinhos", explicou Basil Ikoubéké, ministro dos Negócios Estrangeiros do Congo. Segundo ele, no início, o ensino da língua será experimental e os primeiros a aprender o idioma serão diplomatas congoleses. O governo português enviará professores .
O negociador do acordo do lado português, Domingos Alvim, disse que o ensino da língua deve começar em Setembro do ano que vem. "O número de escolas será definido pelo governo de Brazzaville em coordenação connosco, no âmbito de uma comissão que vai ser criada para preparar todo esse programa", afirmou Alvim.
 
Actualmente, o português já é ministrado como língua estrangeira em vários países africanos onde o idioma não é oficial. É o caso de Senegal, Namíbia, Suazilândia, Costa do Marfim e África do Sul.
Para o ministro português dos Negócios Estrrangeiros, Luís Amado, a decisão do governo congolês reflecte o aumento da importância da língua portuguesa. "A língua portuguesa tornou-se uma língua incontornável na vida africana", afirmou.

Brasil realiza I Congresso de Cultura de Língua Portuguesa em Novembro, no Rio de Janeiro

A cidade do Rio de Janeiro acolhe, em Novembro deste ano, o I Congresso de Cultura de Língua Portuguesa, anunciou, na Cidade Velha, em Cabo Verde, o ministro da Cultura do Brasil, Juca Ferreira.
O anúncio foi feito durante a cerimónia de entrega do certificado que atribui a Cidade Velha, em Ribeira Grande de Santiago, o estatuto de Património Mundial da Humanidade.

Segundo o governante brasileiro, que é também presidente do Comité do Património Mundial da UNESCO, o seu país acaba de implantar na cidade do Rio de Janeiro, com o apoio dessa organização, um centro de formação e gestão do património, voltado especialmente para a cooperação com os países africanos de língua portuguesa.

“Em Novembro, realizaremos nessa mesma cidade, o I Congresso de Cultura de Língua Portuguesa, com o propósito de celebrar nossa herança comum e estudar formas de ampliar o intercâmbio e integração nas áreas de música, teatro, literatura, cinema, dança, artes visuais e arquitectura”, disse Juca Ferreira.

Escritores brasileiros de Volta às Nascentes da Língua Portuguesa

Victor Alegria, à esquerda, com os escritores Clovis Sena, José Peixoto Jr., Fontes de Alencar e João Carlos Taveira

Um grupo de escritores brasileiros residentes em Brasília (DF), capitaneado pelo editor e comendador Victor Alegria, da editora Thesaurus, viaja para Portugal no dia 16.Trata-se do projeto cultural Brasil/Brasis, Portugal/Portugais.

Os escritores vão visitar as nascentes da língua portuguesa e trocar informações com escritores lusitanos, repetindo, assim, a viagem que fizeram em Julho de 2009. quando os escritores brasileiros visitaram Lisboa, Porto e Coimbra

Os escritores brasileiros, naquela oportunidade, também visitaram as cidades portuguesas de Guimarães, Almerim, Sintra, Viana do Castelo, Fátima e Alcobaça, entre outras.

No programa, alguns autores brasileiros deverão fazer lançamentos de suas obras na pátria de Camões. O escritor Judivan Vieira é um dos que vão lançar livro novo em Portugal. Victor Alegria levará exemplares da colecção O Livro na Rua,.

A caravana de escritores que visitará o país de José Saramago visitará centros culturais como a Universidade de Coimbra, a Biblioteca D.João VI e, entre as cidades visitadas em 2009, estará Almerim.

Exposição no Rio de Janeiro traça trajectória histórica das relações Portugal-Brasil

Pouco mais de 510 anos se passaram desde que Pedro Álvares Cabral avistou o Monte Pascoal no sul da Bahia. A descoberta da então terra brasilis representou para Portugal o início de uma relação de grande influência vivida até os dias de hoje.

Toda essa trajetória será contada a partir do dia 9 de Junho com a exposição "Cidades Brasileiras: Portuguesas com certeza?" que acontece no Centro Cultural Correios, no Rio. Com curadoria do arquitecto e doutor em urbanismo Carlos Fernando Andrade, a mostra é dividida em quatro momentos que transcorrem todo o período histórico desde a chegada dos portugueses ao Brasil. Através de mapas, fotos e imagens projetadas, o público poderá ver como as cidades dos dois países sofreram transformações em períodos marcantes da história.

A primeira parte é dedicada ao Mar e toda sua importância estratégica como rota comercial para as Índias, com a disputa política em torno da costa litorânea. Será representada através de fotos do Promontório de Sagres - local onde estava a chamada "Escola de Sagres" do Infante D. Henrique, O Navedor, grande idealizador das viagens marítimas portugueseas -,com projeções do movimento marítimo filmados da proa de um barco e sobrepostos com poemas sobre o mar de Fernando Pessoa, Camões e Chico Buarque.

O segundo momento retrata as cidades portuguesas na Idade Média, quando o país foi invadido por povos do oriente médio – mouro - e sofreu transformações urbanísticas, arquitetônicas e até mesmo comportamentais e a população passou a se resguardar em suas casas. Prova disso é a gelosia, treliça de origem árabe que servia para manter a privacidade, o que permitia as pessoas enxergar de dentro do ambiente o que se passava nas ruas, sem serem vistas. Ao atravessar a gelosia concebida pelo cenógrafo Alvaro Razuk o visitante fará a transição para um novo momento - o Renascimento.
 
Lá, a exposição aborda o início da colonização no Brasil através de fotos e mapas, a produção e o desenvolvimento da cultura do açúcar com cana importada das Índias. A influência medieval propicia a construção em vilas brasileiras de portos e engenhos, além da importação de escravos. Entretanto, em 1755, Lisboa é acometida por um terremoto de grandes proporções, o que culmina na reconstrução das cidades, na parte baixa, com forte influência renascentista. A partir daí, o comércio local e o espaço público se fortalecem e passam a ganhar destaque. Criam-se praças e ruas com uma arquitetura contemporânea. Cidades brasileiras ganham o mesmo nome de localidades portuguesas, como Alcobaça, Barcelos e Crato, Estremoz, etc.
 
O quarto e último momento é dedicado à nova imigração de portugueses ao Brasil no final do século XIX . Reproduções das típicas calçadas portuguesas transportam o visitante por ilhas temáticas: comercio local - mercearias, quitandas, padarias e feiras; fotos de álbuns de famílias; e costumes, como procissões, santos e instrumentos musicais.

"Cidades Brasileiras: Portuguesas com certeza?"
Centro Cultural Correios, de 10 de Junho a 18 de Julho, das 12h às 19h, de terça a domingo.
Rua Visconde de Itaboraí, nº 20. Centro do Rio de Janeiro.
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" O Segredo" - nova co-produção cinematográfica luso-brasileira

O argumento de "O Segredo" começa com a história de um português (Paulo Pires) que parte para o Brasil com o objectivo de encontrar o responsável pela morte do pai. É uma história de intriga e vingança, envolvendo actores como Simone de Oliveira, António Cordeiro, Henrique Viana e Laura Soveral.
Uma série contemporânea onde se cruzam famílias portuguesas que emigraram para o Brasil há várias décadas em busca de riqueza. A terra e o gado versus os escritórios de aço e vidro das grandes cidades. Uma história em busca do passado.
O cineasta português Leonel Vieira, conhecido por projectos como Ballet Rose e "Zona J", é o responsável pela produção e direcção geral da série, trabalhando com a realizadora Patrícia Sequeira e o realizador brasileiro Paulo Nascimento.

A produção vai contra o modelo habitual das co-produções entre Portugal e o Brasil, já que desta vez são quinze actores nacionais que assumem o protagonismo na região do Rio Grande do Sul. O elenco principal é formado por 26 actores portugueses e brasileiros e os técnicos e meios de produção são também de ambos os países.

Uma produção da Stopline Films (Lisboa), em co-produção com a RTP e a Ccfbr Produções (São Paulo, Brasil).

Ferreira Gullar é Prémio Camões 2010

O escritor brasileiro Ferreira Gullar é o vencedor do Prémio Camões 2010. O júri revelou que o prémio foi disputado entre o autor brasileiro e a portuguesa Hélia Correia.

Nascido em 1930, no Maranhão, Ferreira Gullar é o pseudónimo de José Ribamar Ferreira. Em Portugal a sua obra está publicada pelas Quasi Edições.

O prémio, anunciado pela ministra da Cultura de Portugal, Gabriela Canavilhas, vem distinguir o poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, argumentista de teatro e televisão, memorialista e ensaísta brasileiro.Vencedor por duas vezes do Prémio Jabuti (1999 e 2007), Gullar foi ainda indicado ao Nobel em 2002.

O escritor octagenário recebe assim a mais alta distinção literária atribuída a um autor de língua portuguesa. Esta é já a vigésima segunda edição do prémio que distingue toda a obra de um autor, com cem mil euros.

"Foi uma surpresa total. Fiquei felicíssimo", disse Ferreira Gullar à Agência Lusa. Na avaliação de Ferreira Gullar, o galardão "de indiscutível importância" é um reconhecimento.

"O que eu escrevi tocou as pessoas. É isso que o prémio reconhece e, por expressar um juízo multinacional de toda a comunidade de língua portuguesa, tem um significado maior", considerou.
O poeta, afirmou que as pessoas já nascem com uma vocação, ainda que tenham que desenvolvê-la depois. "Noel Rosa já cantava que 'samba não se aprende na escola'. Eu nasci poeta", afirmou o maranhense, de 79 anos.

Bisneto de portugueses, o quarto dos 11 filhos de Alzira Ribeiro Goulart e do comerciante Newton Ferreira, já recebeu, em 2007, o prémio Jabuti, com o livro Resmungos, e foi considerado pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes de 2009.

Com Gullar, o número de escritores brasileiros galardoados passa a ser nove. O último escritor vencedor do Prémio Camões foi o cabo-verdiano Arménio Vieira (2009). Nos anos anteriores foram distinguidos o brasileiro João Ubaldo Ribeiro (2008) e o português António Lobo Antunes (2007).

O Prémio Camões foi criado por Portugal e pelo Brasil em 1989 e é o maior prémio de prestígio da língua portuguesa. O objectivo é distinguir um escritor cuja obra contribua para a projecção e o reconhecimento da língua portuguesa. Na primeira edição do prémio (em 1989), o escritor distinguido foi o português Miguel Torga.

Professor do Rio de Janeiro deu conferência em Lisboa sobre Euclides da Cunha

O escritor brasileiro Euclides da Cunha foi o tema de uma conferência na Embaixada do Brasil em Lisboa, da autoria de Antonio Carlos Secchin, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro da Academia Brasileira de Letras.

A conferência, promovida por um grupo de investigação do CLEPUL - Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa das Universidades de Lisboa, aonteceu no passado dia 2 de Junho às 18h30 e foi aberta pela  Professora de Literatura Brasileira Vânia Pinheiro Chaves, da Universidade de Lisboa.