Boas Vindas a esta comunidade de Culturas e Afetos Lusofonos que já abraça 76 países
MÚSICA DE FUNDO E AUDIÇÃO DE VÍDEOS E AUDIOS PUBLICADOS
NÓS TEMOS TODO O EMPENHO EM MANTER SEMPRE MÚSICA DE FUNDO MUITO SELECIONADA, SUAVE, AGRADÁVEL, MELODIOSA, QUE OUVIDA DIRETAMENTE DO SEU COMPUTADOR QUANDO ABRE UMA POSTAGEM OU OUVIDA ATRAVÉS DE ALTI-FALANTES OU AUSCULTADORES, LHE PROPORCIONA UMA EXPERIÊNCIA MUITO AGRADÁVEL E RELAXANTE QUANDO FAZ A LEITURA DAS NOSSAS PUBLICAÇÕES.
TODAVIA, SEMPRE QUE NAS NOSSAS POSTAGENS ESTIVEREM INCLUÍDOS AUDIOS E VÍDEOS FALADOS E/OU MUSICADOS, RECOMENDAMOS QUE DESLIGUE A MÚSICA AMBIENTE CLICANDO EM CIMA DO BOTÃO DE PARAGEM DA JANELA "MÚSICA - ESPÍRITO DA ARTE", QUE SE ENCONTRA DO LADO DIREITO, LOGO POR BAIXO DA PRIMEIRA CAIXA COM O MAPA DOS PAISES DOS NOSSOS LEITORES AO REDOR DO MUNDO.
O Clube de Empresários do Brasil convida para a cerimónia de outorga do prémio anual "Embaixador Dário Castro Alves", dia 1 de Março, no Hotel Tivoli, em Lisboa.
O
prémio instituído com o nome do Embaixador do Brasil em Portugal de
1979 a 1983 é destinado a homenagear as personalidades que mais se
notabilizaram no estimulo às relações empresariais luso-brasileiras.
Nesta oportunidade, será distinguido o Eng. Frederico Curado,
Presidente mundial da 3ª maior empresa aeronáutica global, a EMBRAER,
que está realizando um dos mais importantes investimentos brasileiros
de sempre em Portugal, com a criação do pólo industrial aeronáutico de
Évora.
O
Embaixador Dário Castro Alves é Doutor Honoris Causa pela Universidade
Federal do Ceará; Académico de Mérito da Academia Portuguesa de
História; Presidente do Conselho de Curadores da Fundação
Luso-Brasileira para Desenvolvimento do Mundo de Língua Portuguesa, em
Lisboa; Director do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade
Internacional de Lisboa.
O Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal em Brasília, pianista Adriano Jordão,
será o solista convidado do Concerto Chopin-200 anos, que se realiza no
próximo dia 2 de Março, no Theatro José de Alencar, em Fortaleza,
capital do Estado brasileiro do Ceará.
A regência da Orquestra Filarmónica do Ceará estará a cargo do maestro Gladson Carvalho.
A
iniciativa é o do Vice-Consulado de Portugal naquela cidade, em
colaboração com o Instituto Camões e a Secretaria Estadual da Cultura.
O
Theatro José de Alencar foi inaugurado em 17 de Junho de 1910 e
apresenta arquitectura eclética, sala de espetáculo em estilo art
noveau, auditório de 120 lugares, foyer, espaço cénico a céu aberto.
Em
prédio anexo, ficam sediados o Centro de Artes Cénicas (CENA); o Teatro
Morro do Ouro, com capacidade para 90 pessoas; a praça Mestre Pedro
Boca Rica, com palco ao ar livre e capacidade para 600 pessoas; a
Biblioteca Carlos Câmara; a Galeria Ramos Cotôco; quatro salas de
estudos e ensaios; oficinas de técnica denográfica, figurino e
iluminação; o Colégio de Dança do Ceará e o Colégio de Direcção
Teatral, do Instituto Dragão do Mar; a Orquestra de Câmara Eleazar de
Carvalho; e o Curso Princípios Básicos de Teatro.
A
pedra fundamental do teatro foi lançada em 1896, no centro da praça
Marquês do Herval, hoje praça José de Alencar, mas o projecto original
não foi concretizado. Em 1904 foi oficialmente autorizada a construção
do Theatro José de Alencar. As peças de ferro fundido que integram a
estrutura do teatro foram importadas de Glasgow, na Escócia.
O Brasil
prepara a criação de uma Universidade para os Países de Língua Portuguesa.
Chamada provisoriamente "Universidade da Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa - UniCPLP, a nova instituição deverá ficar em Redenção,
cidade dos arredores de Fortaleza, no Estado do Ceará e o
objectivo é ter 10 mil alunos quando estiver funcionando em pleno, o que se
prevê venha a acontecer já em 2010.
A cidade de Redenção, que dista de Fortaleza cerca de 55 Kms., recebeu esse nome por ter sido a primeira cidade brasileira a libertar todos os seus escravos. A sua população é de cerca de 25.000 habitantes.
O escritor angolano José Eduardo Agualusa, tem "um novo romance" que versará sobre "a construção
da Língua Portuguesa".
Ao abrigo do Acordo Ortográfico, "a história
passa-se nos diversos territórios de expressão portuguesa", revelou o
escritor, adiantando que o livro tem lançamento previsto para "Outubro ou
Novembro" deste ano.
Mostrando-se favorável à ortografia única, Aguaçlusa
diz nunca ter entendido "a dimensão da polémica para uma questão pouco
importante, que não vai afetar a vida das pessoas".
Aponta a importância do mesmo apenas em "termos
políticos, para países como Angola e Moçambique, que importam livros - de Portugal
e do Brasil, e não exportam".
Trata-se, considera, de "uma polémica
ridícula"."O Acordo Ortográfico tem apenas que ver, como o próprio
nome indica, com a ortografia e não com as variantes linguísticas",
salientando de que "o fato de haver uma ortografia única no território
português não quer dizer que os madeirenses, alentenjanos ou a gente do Porto
não continuem a falar da mesma maneira".
Numa recente conferência, Agualusa abordou o tema: “As
Novas Relações da Língua Portuguesa”, tentando "mostrar a forma como ao
longo dos séculos a Língua Portuguesa se foi formando, afeiçoando-se a
geografias muito diversas, transformando-se de língua de dominação colonial em
língua materna, em particular no Brasil e em Angola".
Com a chancela da Porto Editora, encontra-se já
disponível o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa - VOLP.São mais de
180 mil vocábulos típicos da variante do português europeu e 5 mil vocábulos
típicos do português latino-americano. A obra pode ser acessada no portal Infopédia,
mantido pela própria Porto Editora.
O Vocabulário da Língua Portuguesa, editado pela Porto
Editora, é uma obra lexicográfica de referência, única no panorama nacional
portuguguês, que constituirá certamente um instrumento indispensável de
consulta e de esclarecimento das dúvidas levantadas pela aplicação do novo Acordo Ortográfico.
O trabalho que permitiu a elaboração deste Vocabulário
é fruto do grandioso esforço de uma dedicada equipa de lexicógrafos e
especialistas, que contou com excepcionais meios técnicos e humanos e foi
possível graças a uma qualificada nomenclatura, reunida ao longo de anos de
investigação da língua portuguesa.
Para a realização deste projecto, a Porto Editora
contou com a assessoria do Prof. Doutor João Malaca Casteleiro, nas mãos
de quem tem estado, desde o início, a concretização dos aspetos conceptuais e
operativos do novo Acordo Ortográfico.
Estão abertas as inscrições para o 5º Colóquio do Pólo
de Pesquisa sobre Relações Luso-Brasileiras promovido pelo Real Gabinete
Português de Leitura do Rio de Janeiro.
Com o objectivo de debater as relações existentes
entre a cultura europeia e os seus desenvolvimentos nos países americanos, em
particular no Brasil, o Colóquio terá lugar de 13 a 17 de Setembro, devendo os
trabalhos ser entregues até ao dia 15 de Maio.
Para mais informações, contactar a secretaria do Real
Gabinete Português de Leitura pelo telefone: (55)21. 2221-3138 ou no site da
instituição: http://www.realgabinete.com.br/
As inscrições para o Prémio Portugal Telecom de
Literatura já estão abertas e podem ser feitas por editores e escritores até ao
dia 7 de Março no site:
Depois de feita a inscrição, devem ser enviados quatro
exemplares da obra aos organizadores.
A curadoria é de Benjamin Abdala Junior, Leyla
Perrone-Moisés e Manuel da Costa Pinto, com coordenação de Selma
Caetano.
Podem concorrer romances, autobiografias, livros de
conto, poesia, crónica ou dramaturgia escritos originalmente em português que
tenham sido editados no Brasil entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2009.
Livros de outros países de língua portuguesa também
devem ter sido lançados no Brasil em 2009 (no entanto, podem ter tido a sua
primeira edição entre Janeiro de 2006 e Dezembro de 2009).
O anúncio dos vencedores será em Novembro.
Em 2009, o artista plástico Nuno Ramos foi o grande
vencedor, com Ó.
Depois da
bem-sucedida primeira edição, realizada em 2009, o grupo EDP no Brasil, com o
apoio do Instituto EDP, e o Instituto Tomie Ohtake abriram inscrições para a
segunda edição do Prémio EDP de Artes.
A iniciativa, idealizada inicialmente para estimular a
produção contemporânea entre o público universitário, traz uma novidade nesta
edição: a premiação de um professor indicado pelo artista plástico vencedor.
Durante a inscrição da obra de arte, o participante sugere um professor da sua
universidade ou unidade de ensino e, caso seja o primeiro colocado, o docente
também será premiado.
As inscrições podem ser feitas até 20 de Junho de
2010, pelo correio ou na própria sede do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo
(Av. Faria Lima 201 - Entrega dos trabalhos: Rua Coropés, 88, Pinheiros
05426-010 São Paulo).
O anúncio dos vencedores está previsto para Agosto,
quando da inauguração da exposição dos trabalhos finalistas, no Instituto Tomie
Ohtake.
O prémio replica a experiência do grupo mundial EDP
que, por meio da sua Fundação, em Lisboa, realiza uma premiação semelhante há
oito anos para desenvolver talentos nas artes plásticas.
“A primeira versão mostrou-nos que há jovens com
grande potencial, mas sem oportunidades para avançar neste mercado. Este prémio
é apenas a porta de entrada para esses talentos ingressarem neste
universo", afirma António Pita de Abreu, presidente da EDP no
Brasil.
Encontra-se em cartaz desde Janeiro findo, no Ciranda
Café, Cultura & Artes, em Salvador, uma peça-monólogo sobre a obra de Fernando
Pessoa, dirigida e interpretada por Fernando Machado.
O monólogo faz uma releitura da vida e obra do poeta
português através de uma adaptação dos seus textos da autoria de Fernando
Machado.
A leitura á acompanhada pela música de Amadeu
Alves, que interpreta ao vivo as melodias por ele criadas para a peça.
A peça, cuja apresentação se previa inicialmente
apenas para o mês de Janeiro, permanecerá agora em cartaz pelo menos até final
de Fevereiro.
A Esfera dos Livros vai editar o novo livro de Manuel
Arouca, "Exilados", uma obra que retrata a história "dos
muitos portugueses que se viram obrigados a abandonar Portugal, com destino ao
Brasil, depois de verem nacionalizados os seus negócios, as suas contas
bancárias congeladas e as suas casas ocupadas com a Revolução dos Cravos".
"Exilados", de Manuel Arouca - trecho
"O brilho dos seus olhos tinha-a marcado para
sempre. Cecília era casada com um homem que não amava, era herdeira do império
financeiro Mendes Silva que se estendia até Angola e sabia que a agitação
política que se vivia em Portugal, depois da revolução do 25 de Abril de 1974,
ameaçava fazer ruir o mundo em que vivia.
Quando desembarcou no Rio de Janeiro Cecília sabia que
o futuro dos Mendes Silva estava nas suas mãos. Era ela que teria de recomeçar
do nada. Mas entre a tentadora praia de Ipanema, o conhecido restaurante do
Copacabana Palace ou a imagem apaziguadora do Cristo Redentor Cecília não
conseguia esquecer a imagem daqueles olhos marcados pela tragédia.
Tinha de descobrir José, resgatá-lo da sua dor,
estender-lhe a mão e, quem sabe, libertar-se das regras sociais que a estrangulavam,
de um marido que a traía e a desrespeitava e aprender, de uma vez por todas, a
ser feliz."
Manuel Arouca nasceu em Moçambique a 3 de Janeiro de 1955. A sua
infância em África lançou as bases para uma adolescência rebelde que mais tarde
o impeliu a viajar pela Europa e pelos EUA. Aos 25 anos decidiu entrar na
Faculdade de Direito, mas foi durante esse período de estudante que escreveu
"Os Filhos da Costa do Sol" – o seu primeiro romance e um dos mais
marcantes "best-sellers" dos anos 80, em Portugal.
Depois de se licenciar, optou pela carreira de
escritor em desfavor da carreira de advogado. Nos finais dos anos 80, Manuel
Arouca começou a escrever para televisão, assinando um vasto conjunto de
programas emitidos tanto pela RTP - televisão pública portuguesa - como pela
TVI - televisão independente.
Na sua obra televisiva destaca-se a novela
"Jardins Proibidos" pelo facto de ser a primeira novela portuguesa a
derrotar, em horário nobre, a prestigiada novela da Globo, alterando
drasticamente o panorama da ficção televisiva em Portugal.
A última década do cinema de animação mundial vai ser
recordada em Março no Monstra, Festival de Animação de Lisboa, com a presença
de vários convidados internacionais, como o realizador norte-americano Bill
Plympton.
Haverá uma retrospetiva do cinema português, em áreas
menos óbvias, como a exibição de filmes em volume, a preto e branco, obras de
autores incontornáveis e ainda o cinema de animação no feminino.
Todos os países convidados em anos anteriores, como o Brasil,
a Suíça, a Finlândia e a República Checa, serão recordados em cada uma das
noites do Monstra.
“Leitura, Escrita e Educação” será o
tema da conferência de abertura do Correntes d’Escritas - Encontro de
Escritores de Expressão Ibérica que será proferida pela escritora e ministra da
Educação de Portugal, Isabel Alçada.
Este encontro, que decorrerá na Póvoa de Varzim de 24
a 27 de Fevereiro, juntará66 escritores (de Portugal, Brasil, Moçambique, Cabo
Verde, México, Colômbia, França, Espanha, Angola, Uruguai e Argentina). Muitos
participam pela primeira vez neste encontro literário,que já vai na 11ª edição.
A sessão oficial de abertura está marcada para o dia
24 de Fevereiro no Casino da Póvoa, altura em que será feito o anúncio do
vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa.
Serão lançados 22 livros e a organização
preparou um “lançamento especial”, a título póstumo, do livro “O Terceiro
Reich”, do chileno Roberto Bolaño, que vai decorrer dia 25, à
meia-noite.
"É inegável o efeito deste encontro no mercado
literário nacional”, disse o vereador da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa
de Varzim, Luís Diamantino, para quem o encontro de escritores da Póvoa
“marca a rentrée literária no país”.
Durante o evento irá decorrer a cerimónia de
atribuição dos Prémios de Edição Booktailors/LER e a IX Revista Correntes
d’Escritas, que inclui contos e poesia inédita de escritores que participaram
nas várias edições do Encontro, será dedicada a Agustina Bessa-Luís.
Hoje meu coração está em festa, porque estou a celebrar Tributo de Homenagem a um Grande artista Plástico – pintor, desenhista, escultor, ceramista, tapeceiro - escritor, ensaísta, poeta, uma das mais ilustres figuras da cultura do Rio Grande do Norte, um grande humanista. E exulto porque faço esta homenagem singela ao possuidor destes grandes talentos, com a grande emoção de ter o privilégio e a honra de sermos grandes amigos.
Mas a emoção é maior ainda, porque hoje esta minha homenagem é também o meu modesto presente, que lhe envio daqui de Lisboa para Natal, no venturoso dia do seu pujante 80º. Aniversário!
PARABENS QUERIDO AMIGO ! RECEBA DE MIM E DE SELMA E EM NOME DE TODOS OS AMIGOS QUE FAZEM PARTE DO CORPO EDTORIAL/REDATORIAL DESTE NOSSO BLOG, UM GRANDE E AFETUOSO ABRAÇO E OS NOSSOS VOTOS DE LONGA VIDA COM SAÚDE E FELICIDADES, NA COMPANHIA DE SUA DEDICADA ESPOSA Dª. VANDA, DE SUA FILHA DIONE (artista plástica) DE SEU FILHO ADRIANO (poeta) E RESTANTE FAMÍLIA.
Há o hábito de pensar que se exageram sempre as virtudes dos amigos virtuosos quando a eles nos referimos, mas neste caso, para quem conhece a pessoa, sua vida e obra, podemos garantir que todas as referências que se lhe façam só podem pecar por falta e não por excesso. Dorian Gray Caldas é daquelas personalidades que quanto mais se conhecem mais se admira e considera e sempre nos está surpreendendo com novas descobertas de suas virtudes. Mas, apresentemos, ainda que muito em síntese, o nosso Amigo que homenageamos hoje.
Muito do que escrevo neste momento, em minha casa de Lisboa, na madrugada do seu aniversário, ao correr do meu pensamento, transmitido simultaneamente para as teclas do meu computador, e no que tange a referências sobre as suas características humanas e sobre os seus méritos e suas inclinações e referências culturais, resulta das gostosas, gratificantes e longas conversas com que nos “banqueteamos” (à boa maneira do banquete de Platão, neste caso a três e sendo ele Sócrates), quando nos encontramos para almoçar, quase sempre acompanhados do nosso comum amigo que muito admiro também, Enélio Lima Petrovich, ilustre escritor, historiador e nosso Presidente do IHG-RN - Instituto Histórico Geográfico do Rio Grande do Norte, a que ambos pertencemos - Dorian Gray foi meu patrono.
Antes de almoçarmos, e depois, ali ficamos à conversa, eu mais ouvindo e bebendo da sua fonte que, com doce bonomia, vai fluindo naturalmente, sem pressas. São momentos de enorme prazer, gratificantes, indeléveis, riquíssimos, esses almoços ou aqueles mais raros momentos no gabinete do IHG do querido amigo Enélio Petrovich, ou em seu atelier, sua casa, ou em nossa casa de Ponta Negra.
DORIAN GRAY CALDAS nasceu em Natal (RN) a 16 de Fevereiro do ano de 1930. Este Grande Artista Potiguar de dimensão nacional e internacional é, sem dúvida, um dos maiores artistas plásticos do Brasil. Dorian Gray é um artista multidisciplinar, multifacetado, de intenso labor em muitos talentos. É autor de mais de 10.000 obras plásticas espalhadas pelo Brasil e estrangeiro, em posse de entidades privadas e públicas, e está representado em instituições governamentais e museus e, como escritor ensaísta e poeta, é autor de mais de 30 obras já publicadas. Os seus famosos tapetes, como algumas pinturas, estão na Casa Branca, no Canadá, em outros países da Europa, em coleções privadas de bancos e personalidades do Brasil e de outros países.
Possuidor de uma sólida e vasta cultura geral, de inteligência viva, jovem e profunda, tem uma visão do mundo que, simultaneamente, o leva a refletir no que o rodeia e no que é transitório ou universal e permanente, no que é histórico, presente e futuro. Notável pensador, que eu designaria aqui como GLOCAL, utilizando um neologismo pós-moderno, considerando que Dorian Gray Caldas reflete sobre as realidades da sua terra, da sua cidade, do seu Rio Grande do Norte, do Nordeste brasileiro, do seu país e do mundo, ou seja, é um pensador global e local.
A sua capacidade de investigador e pensador ensaísta, de leitor compulsivo que lê e relê com frequência as obras da sua vasta biblioteca, remete-o para as ecléticas releituras – que gosta comentar e debater - não só dos clássicos gregos, como da poesia dos grandes poetas épicos como Dante e Homero, como Camões (na obra épica e lírica), como dos simbolistas Verlaine e Rimbaud, Bocage, ou como Walt Whitman, Fernando Pessoa e seus heterónimos, Guimarães Rosa, Machado de Assis, Câmara Cascudo (uma das suas referências com quem privou) Pablo Neruda, Manuel Bandeira, Carlos Drumond de Andrade, Herberto Helder, como, generosamente, se abre à leitura dos jovens criadores da sua terra e a outros que, em muitos casos, carinhosamente apoia, prefaciando, às vezes, obras de estreia de novos autores que a ele se acolhem.
É Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, da Academia de Letras e Artes do RN, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, do Conselho Estadual de Cultura, além de outras Instituições.
Dorian Gray Caldas foi agraciado, em 2008, com o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em reconhecimento ao alto mérito de sua vida e obra e à sua contribuição e estímulo para os novos formandos e criadores de artes plásticas. Atualmente existem várias pinturas do artista no acervo da UFRN, assim como em diversas instituições governamentais e Autárquicas.
Na juventude foi jornalista e professor do Atheneu Norte-Rio-Grandense (1938/1959). Nos anos 60 foi Assessor da Secretaria de Educação e Cultura e da Fundação José Augusto e Diretor do Teatro Alberto Maranhão, instituições públicas. Em 1989, lançou o primeiro dos seus livros, dois dos quais publicados pela Editora Universitária: Artes Plásticas do Rio Grande do Norte` (1989) e Encantados (1995).
Os turistas brasileiros e estrangeiros que chegam a Natal, deparam-se logo com um magnífico e enorme painel em cerâmica, obra belíssima da sua autoria, como primeiro ex-libris da cidade de Natal a dar as Boas Vindas a quem chega. No que respeita a obras expostas no exterior, em Natal, destaco talvez a mais famosa – que tive o gosto de fotografar e expor na minha primeira exposição em Natal - e que é essa comovente “mensagem plástica” plena de humanismo, dedicado às mães do povo, em grande painel de cerâmica, na Praça das Mães, localizada no centro da cidade.
Bem cedo, com 20 anos, o espírito inovador de Dorian Gray Caldas levou-o a sacudir o ambiente e a estética artística da sua época, em Natal e, com alguns poucos artistas seus companheiros, organizou a primeira exposição de Arte Moderna em Natal, em 1950, onde, então, exibia pintura abstrata sob a influência da estética de pintores vanguardistas famosos como eramKandinsky, Paul Klee e Mondrian.
Dorian Gray é um criador livre, eclético, inspirado pelas “Lendas e Mitos do Brasil” (sub-título de ENCANTADOS(um dos seus belíssimos livros ilustrados que tenho o gosto de possuir, ofertado com carinhosa dedicatória de 1995) que ama o maravilhoso do fantástico e que o levou a distinguir-se num estilo, em que “O Traço, A Cor e o Mito” (outro título de uma de suas obras, que também nos ofertou com dedicatória amiga de 1995), são a sua marca distintiva.
Como pintor, é um encantado pelo mar, de onde nos transmite tons e cores que só ele é capaz de “roubar à natureza”, tons de uma beleza delicada e forte, que transmitem a eternidade da luz e das sombras, das sugestões de brisas que baloiçam barcos, palmeiras, adormecem praias e areias. São belíssimas as suas marinhas. Mas o pintor também não esquece as gentes, os pescadores, as mães e filhos, o povo, a realidade da sua terra Potiguar, sobretudo do litoral a que se sente teluricamente ligado.
A sua criatividade nas várias modalidades artísticas em que se expressa, é imensa, mas não maior que a sua generosidade perante a vida e as pessoas, os afetos, porque seu coração é enorme. Nas nossas longas e sempre tão gostosas como, para mim, tão gratificantes conversas sobre o mundo, passado e presente, a vida, a arte, a literatura, a poesia, já lhe afirmei que ainda não estou certo se ele é maior como poeta e pensador, ou como artista plástico. Dorian Gray é, verdadeiramente, um artista completo, um sábio pensador humanista, dotado de uma personalidade eminente, fascinante, envolvente e adorável.
Dorian Gray é, certamente, um poeta que pinta, desenha, esculpe, tece, escreve e pensa. Para mim e para muitos, é a maior figura viva da cultura do Rio Grande do Norte e um brilhante intelectual e artista ímpar do Brasil. Um caso raro nos dias de hoje de alguém que é, simultaneamente, portador dos valores Éticos, Estéticos e Poéticos do Renascimento, do Iluminismo, do Modernismo e do Pós Modernismo. Um “Renascentista Pós-Moderno”, do século XXI ! um Homo Humanitas Universalis !
Dispenso-me de citar aqui a sua vasta bibliografia, assim como os muitos prémios que lhe foram atribuídos no Brasil e em países da Europa, assim como as incontáveis exposições coletivas e individuais que, desde 1950, realizou pelo Brasil e no estrangeiro
Cito, do seu livro ENCANTADOS – Lendas e Mitos do Brasil, volume I, Ed. Universitária, 1995, a seguinte passagem que proponho para anteceder dois poemas dessa obra e que, de certo modo, explicam alguns dos “ângulos e enquadramentos” com que tento "fotografar" Dorian Gray Caldas:
…A partir da palavra/linguagem/Mito, criamos o canto elevado da poesia, definimos a arte, e exercitamos a dialética. E nessa ordem percorremos as variadas formas das hipóteses, formulamos fonemas, inventamos ideogramas, idealizamos o paraíso, explicamos a morte e a vida. Não fosse esse sopro balbuciante e impreciso dos antepassados, não seria o verbo o princípio, nem o mito a nossa alma revelada…
POEMA O BOTO I
“Dois pescadores, de vigia, sacudiram três arpões de inajá num vulto de homem que frequentava certa casa na margem do rio. O homem fugiu e deitou-se à àgua. No outro dia boiava um grande boto com três arpões de inajá fincados no dorso
José Carvalho
O Matuto e o Caboclo do Pará
Assim como é difícil
Ser uma única criatura
Em muitas me transformo,
Me encanto,
Um deus jamais serei ?
Mendigo, sim, às portas
De mim mesmo.
Filho do meu sangue
Jamais o verei.
Anônimo no outro viverei.
Boto.
Visto a minha máscara.
Disfarço-me?
Sou teu sexo.
O incesto. O pretexto.
O pretérito. O perfeito.
O único, o mito.
Aquele que na noite
(em atalho ou gruta),
Revela-se.
Todo o prazer tem sua
Hora de Deus.
POEMA O BOTO II
Não mente palavra de homem
Cantiga que o vento leva
Ouvindo-se esta viola
Nesta noite enluarada.
Esta moça engravidara
Do boto
Sem que disso cuidasse
Foi descuido?
Foi cantoria?
Foi sortilégio, poesia?
Foi o boto
Que a engravidou.
Com certeza foi
O boto.
Não conhecido
Nem primo
Nem amor de cama.
Foi amor de vento
E de lua,
Amor raízes
Ternura.
Foram carícias
Nas noites
De lua cheia.
Foram desejos
Raízes
De um homem
Metade de homem.
Foi o boto
Certamente
Que seduziu
Esta moça
Que por ele
Se engravidou.
Nas noites
Quentes de lago
Se escuta a viola
Do boto namorador.
Se fores virgem
Te cuida
Que o boto
Tem sortilégio
De encantar
Moça donzela.
**********
Agora um outro poema de Dorian Gray que exprime o seu amor a Natal, sua cidade (do livro POESIA VIVA DE NATAL, organização de Manoel Onofre Jr., Recife/Natal, 1999):
POEMA PARA NATAL EM FESTA
Aberta ao meu afeto cidade festa. Linhas no papel o lápis e o prumo de Palumbo. Os becos nasceram depois de surpresa. Cidade noiva do Mestre Cascudo na franja do mar que a renda da praia ostenta. Casas de Brasília Teimosa, favelas subindo o morro margens do litoral e o coqueiral. Navegando o rio verdes desvios. O mangal do outro lado na ponta do horizonte. Ioles nas veias azuis da linha d'água corrente domingos de sol e vento. Ponteio de viola e um horizonte de verdes entre o rio e o mar e as margens do preamar. Negra rosa da noite o chão o mangue reclama a usurpação. Do Rosário também a pedra indica a solidão. Barcos no rio antes do Paço espaço do entreposto antigo a feira livre e o seu convívio. Passo da Pátria sol morto no velho porto. Trezentos e sessenta e cinco dias Câmara Cascudo vê o sol sobre o rio sempre um outro no sol posto. A rosa do sol acende lâmpadas de estrelas nos mastros dos navios. Barqueiros repousam o leque dos lemes e as águas tremem. Passeio no rio e te recrio. Cidade festa ao meu afeto de poeta.
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Rubens Barros de Azevedo - Diretor/Editor - Brasil,RN(Natal)
Escritor, Promotor Cultural.Presidente da SBDE-Soc.Brasileira de Dentistas Escritores
CONSELHO EDITORIAL E REDATORIAL
A - Carlos Morais dos Santos - Prof.Univers.,escritor, ensaísta, poeta, fotógrafo, Académico, Fundador e Administrador/Editor do C.eAL (Portugal e Brasil)
C - Ceicinha Câmara - Poetisa, Divulgadora-Promotora cultural (Vila do Bispo-Algarve, Portugal e Cearim Mirim,RN-Brasil)-
C - Chico de Assis - poeta, atôr, teatrologo, declamador, Divulgador Cultural - (Alagoas - Brasil)
C - Deth Haak - Poetisa, ativista cívica, divulgadora e promotora cultural - Natal,RN-Brasil))
C - Domenico Condito - Investigador, escritor, divulgador científico e cultural, Presidente da Associazione Culturale Luís de Camões - (Milano - Itália )
C - Dorian Gray Caldas - artista plástico: pintor, escultor, tapecista, muralista, poeta, escritor, ensaísta, Académico - Natal-RN-Brasil
C - Eduardo António Gosson - Escritor e poeta,Presidente da UBE/RN - União Brasileira de Escritores do RN - Brasil
C - Eduardo Quive - Jornalista, poeta, Divulgador e promotor cultural - Moçambique
C - Enélio Lima Petrovich - escritor, historiador, memorialista, Académico - Presidente do IHG-RN-Brasil
C - Eugênia Correia - Prof.Univ, psicanalista, escritora, promotora cultural - João Pessoa - Brasil
C - Lúcia Helena Pereira - Poetisa, escritora, historiadora, divulgadora e promotora cultural - (RN-Brasil)
C - Maria Cristina Hein Lacerda - Poetisa, divulgadora e promotora cultural - (Curitiba-Brasil)
C - Marize de Castro - poeta, editora, jornalista - (Natal,RN-Brasil)
C - Meg Klopper - Escritora, poetisa, divulgadora cultural - Brasil e Portugal)
C - Ormuz Simonetti - jornalista, escritor, historiador, pesquisador de genealogia e heraldica, divulgador e promotor cultural - Presidente do Instituto Norte-Riograndense de Genealogia (RN-Brasil)
C - Pedro Saraiva - Ensaísta, poeta, divulgador e promotor cultural - (Lisboa-Portugal)
C - Selma Calasans Rodrigues - Escritora, ensaísta, especialista em Literaturas Comparadas, Psicanalista - (Portugal-ULL e Brasil-UFRJ)
C - Victor Nilakov - Investigador em farmacologia e divulgador científico - (Portugal-Rússia)
C - Vivi Viana - Poetisa, escritora,memorialista, divulgadora e promotora cultural - (RN-Brasil)
D - Rubens Barros de Azevedo - Escritor, Divulgador, promotor e gestor cultuta - Diretor Fundador /Editor do CeAL (Brasil)
´C - Valentina Vassilenko, Prof.Universitária, investigadora e divulgadora-ciêntífica em áreas médicas, conferencista - (UNLisboa-Portugal e Ucrânia)
Conheça o Movimento Literário Kuphaluxa, de Moçambique
O Movimento Literário Kuphaluxa é um movimento artístico literário Mçambicano que tem como fim divulgar e estimular o gosto pela literatura, e por todas as expressões culturais lusófonas. Tem como principais objetivos especíos:
a. Fortificar a imagem da cultura e da literatura em língua portuguesa com enfoque para Moçambique;
b. Divulgar, a literatura em língua portuguesa na diáspora;
c. Promover e consolidar a prática literária em Moçambique;
d. Fazer da escrita e leitura um veículo de mitigação dos problemas da sociedade.
KUPHALUXA é um Blog parceiro do Culturas e Afetos Lusófonos.
Exortamos e agradecemos que nos visite,frequente e ofereça os seus comentários e a sua colaboração.
visite: http://kuphaluxa.blogspot.com
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Visite também LITERATAS - Revista Literária
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MANHÃ FESTIVA - AJEB/CE
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Em 5 de dezembro de 2019, a Associação de Jornalistas e Escritoras do
Brasil - AJEB - Coordenadoria do Ceará, sob a presidência da escritora Elinalva
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Deixo-vos aqui o comentário que fiz ontem no programa 360º da RTP3 (a
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